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quarta-feira, dezembro 21, 2016

Polícia prende suspeitos de matar 17 pessoas e jogarem os corpos no Rio Potengi, em Natal


Foto: Divulgação



Policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Natal, prenderam na manhã desta quarta-feira, 21, seis homens e uma mulher suspeitos de executarem com tiros na cabeças 17 pessoas no bairro Paço da Pátrica e jogarem seus corpos no Rio Potegi, que fica na região da Grande Natal
Os mortos e as datas em que os corpos foram encontrados são:
 
Ivan Anderson Mateus Nunes (3 de abril)
Igor Maximino de Lima (26 de abril de 2015)
Maxsuel Nunes de Souza (6 de junho de 2015)
Leonardo Medeiros de França (6 de janeiro de 2016)
Paulo Henrique Penhas da Silva (6 de janeiro de 2016)
Felipe Matheus Farias Ferreira (15 de março de 2016)
Jeová Oliveira Barbosa (25 de março de 2016)
Eronilde de Melo (27 de março de 2016)
Wlademir Alex de Oliveira (3 de junho de 2016)
Diego Almeida Dantas Silva (9 de junho de 2016)
Thayron Igor Alves da Silva (19 de junho de 2016)
Carlos Jeffersson da Silva (4 de outubro de 2016)
Romário Costa da Silva (21 de novembro de 2016)

O delegado-geral da Polícia Civil no Rio Grande do Norte, José Clayton Pinho de Sousa, contou ao MOSSORÓ que o trabalho de investigação durou seis meses, pois havia necessidade de se ter certeza de que realmente os alvos das investigações eram de fato os assassinos.

Segundo Clayton Pinho, os crimes aconteceram no período que compreende entre Abril de 2015 e novembro de 2016. Algumas das vítimas eram membros da facção PCC e não foram aceitas no Passo da Pátria pelos membros da facção Sindicato do RN.

Neste caso, foram executados e seus corpos jogados no Rio Potengi. Também foi identificado que o mesmo grupo preso também executou pessoas que tinha mdívidas com eles, relacionado a drogas ou outros "negócios".

Ainda conforme Clayton Pinho, os suspeitos presos também mataram, conforme ficou configurado nas investigações, pessoas que testemunharam crimes praticados por eles. Neste caso, testemunhas foram executadas para não entregá-los à Justiça.

O delegado-geral elogiou o trabalho dos agentes da Divisão de Homicidios de Natal, assim como dos policiais que atuam na Delegacia de Polícia no Vale do Açu. Segundo Clayton Pinho, nestas duas operações foram possíveis prender assassinos frios e calculistas. Temidos até mesmo entre os bandidos.

Clayton Pinho destacou ainda que várias outras investigações estão em andamento na região de Natal, assim como no interior. Não especificou quais cidades, porém admitiu que as cidades com maiores índices de homicídio vão estar recebendo mais atenção da Polícia Civil.

mossorohoje

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